Manuais GNV - TRÓIA Gás

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Escrito por Gilson Maia

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Técnica

Vamos agora relembrar algumas informações sobre os combustíveis que necessitam de centelha para inflamar. Teoricamente, a mistura estequiométrica do álcool gira em torno de 8,5 partes de ar para 1 de combustível. A da gasolina é de 13,5 para 1 e o GNV, 17 para 1. Podemos notar que o gás é o combustível que oferece maior economia operacional (mistura pobre). Em consequência desta mistura, há a necessidade natural de uma maior taxa de compressão, maior demanda de alta tensão em todo o sistema de ignição, maior exigência a condução da centelha e maior avanço da ignição. A mistura pobre apresenta esta característica, pois as moléculas de combustível estão mais diluídas no ar admitido, diminuindo a velocidade de propagação da combustão. Além desta dificuldade, o GNV possui uma velocidade de queima 70 vezes inferior em relação aos combustíveis líquidos.

Os motores a diesel que receberam kits GNV nas dependências do Senai, mesmo desprovidos de centelha, demonstraram funcionamento satisfatório devido à alta taxa de compressão e temperatura interna do cilindro, propícia a auto-combustão. Esses propulsores favorecem o perfeito funcionamento do GNV. Tivemos exemplos de motores que receberam preparação e cuidados para rodar exclusivamente com o gás, como por exemplo a competição Pick up Racing até o ano de 2005. Estes motores possuíam também turbocompressor, o que os deixavam em ótimas condições de rendimento e performance (taxa de compressão favorável para a utilização do gás.) vide imagem Caminhonete

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