Kit GNV 6ª geração

Os veículos com injeção direta só devem instalar kit 6ª geração. Na Nova Tabela de Aplicação, quando o carro tiver como kit o STAG 4 DPI ou STAG 6 DPI é porque devem instalar somente 6ª geração.

As marcas já são a maioria nos veículos lançados mais recentemente como:

  • Audi, BMW, Citroen, Fiat, Ford, GM, Honda, Jeep, Land Rover, Peugeot, Renault, Suzuki, Hyundai, Volvo

A diferença principal é que o veículo continuará consumindo um pouco de gasolina ou álcool (+/- 25%) junto com o GNV. Nestes carros não se deve instalar outro kit, pois pode no mínimo queimar os bicos do sistema líquido.

O kit de 6ª geração foi aperfeiçoado baseado no 5ª geração, em função da Injeção Direta. Fomos dos primeiros a oferecer instalação de kit GNV 6ª geração. E muito poucos no mercado instalam pois o conhecimento necessário é mais técnico e avançado.

Veja qual a diferença entre 3ª, 4ª, 5ª e 6ª geração? 

A injeção do gás é feita através dos bicos injetores do GNV no coletor de admissão por onde entra junto com o ar da mesma forma dos veículo injeção eletrônica convencional. E não pode desligar os bicos do combustível líquido completamente.

Funcionamento

A instalação iniciou-se com o novo mapeamento do kit de 5ª geração da Landi Renzo, e atualmente o mais moderno é o STAG. Permitindo a redução da injeção de combustível líquido e gerenciando o fluxo de gás em cada cilindro a ser misturado com o combustível líquido.

No caso do primeiro veículo que foi uma GM Captiva, o novo mapa de injeção reduz a injeção de gasolina em 75% para os cilindros, não desligando os bicos totalmente, pois a temperatura poderia danificar os bicos sem o resfriamento proporcionado pelo líquido (gasolina). Já são instalados com sucesso também o GM S10 e VW Jetta.


Veículos com Injeção Direta e Kit GNV

As novos linhas de algumas marcas desde 2010 aqui no Brasil já implementam a Injeção Direta. Consulte O fabricante/concessionário antes de comprar o veículo, para saber qual o tipo de injeção. Se é injeção direta, injeção através de uma flauta como é feito na 5ª geração do GNV, para saber qual o tipo de kit de 5ª geração pretende colocar o GNV.

Relacionaremos aqui os primeiros veículos injeção direta que já são instalados com excelente rendimento e por enquanto somente os veículos com 4 e 6 cilindros:

  • Audi - A1, A3, A4, A5, A6, Q5, Q7, TT
  • BMW - X5, Série 1, 3 e 5, 120, 316, 320
  • Citroen - C4 (Motor THP)
  • Fiat - (Motores GSE) Argo, Cronos, Toro
  • Ford - (Motor Ecoboost) NewFiesta (2012>), Ecosport, Fiesta, Focus (2013>), Fusion, Ranger (2014>), ...
  • GM - Cruze, S10 (2012>), Captiva (2010>), Tracker, Equinox
  • Honda - 1.5 (2017>) 130Cv ou Turbo(170Cv)
  • Hyundai New Tucson(2017>), Elantra, IX35, 
  • Jeep - Cherokee, Renegade 
  • Land Rover - Discovery, Freelander, Range Rover
  • Mercedes Benz Classes A, B e C(2015>) Em 1984 já tinha existia Injeção Direta
  • Cuidado Injeção PWM NÃO pode instalar Kit GNV! Exemplo: Mercedez Bens
  • Peugeot (Motores THP) 208, 308, 408, 2008, 3008, 5008
  • Renault (Motores SCE/TCE) Captur, Duster, Kwid, Logan, Sandero, (2016/2017>)
  • Suzuki - S-Cross, Vitara
  • Toyota - Corolla 2020 - Injeção Direta e Indireta juntas - 2 formas de instalar 5ª e/ou 6ª.
  • Volvo - XC60, XC70
  • VW - (Motores TSI / TDI) Jetta, Passat, Golf, Polo, Up, Tiguan, Touareg V6/V8, New Fusca ...

Sendo veículo de 4 e 6 cilindros, já podem ser instalados, mas dependem do proprietário aceitar o tempo de desenvolvimento no seu veículo que leva em torno de 3 dias. Consultar se está disponível.

Uma tecnologia que será cada vez mais importante no futuro. A injeção direta de gasolina é a base de uma geração de motores mais limpos e econômicos.

Ao mesmo tempo, contribui para a atual tendência de redução do tamanho dos componentes do automóvel. Os fabricantes de veículos estão a incluir a injeção direta na produção de motores em série e a presença destes sistemas em equipamento original não para de crescer.

A previsão de crescimento para a injeção direta de gasolina é de mais de 100% nos próximos anos: na Europa dos 13% em 2014, para os 28% em 2015. A procura de peças de substituição e de serviço de manutenção nas oficinas já começou a crescer ao mesmo ritmo.

  • Outras marcas como: Audi, BMW, Kia, Mazda, Nissan, Lexus, Saab e Subaru

Injeções diretas diferentes

Um engenheiro da Ford explicou que os motores a injeção direta promoveram uma grande evolução em termos de consumo e desempenho nos automóveis. Isso porque eles são capazes de dosar a quantidade de ar e combustível dentro da câmera de combustão de forma extremamente precisa.

"Diferentemente dos motores de injeção eletrônica indireta, o combustível é injetado diretamente na câmera de combustão e não no coletor de admissão. Além disso, graças ao gerenciamento eletrônico, todo processo de distribuição de queima é feito na quantidade e no tempo adequados".

Em outras palavras, essa tecnologia proporciona menos perda de energia no processo de combustão e, portanto, maior rendimento. Para se ter uma ideia, Citou o caso do novo motor 2.0 Duratec Direct Flex, que equipa o Focus 2014. "Graças ao uso da injeção direta combinada à tecnologia bicombustível, conseguiram reduzir o consumo em 10% e aumentar a potência em 20%, em relação à geração anterior".

FSI = Fuel Stratified Injection ou Injeção Estratificada de Combustível
TSI = Turbo Fuel Stratified Injection ou Injeção Estratificada de combustível com turbocompressor

Injeção Homogenea ou ExtratificadaA injeção do combustível diretamente na câmara de combustão possibilita o uso de recursos que aumentam a eficiência da combustão, por isso necessita menos combustível para produzir a mesma potência do que em um sistema indireto, emitindo menor quantidade de poluentes.

Em relação ao FSI à esquerda, o sistema TSI à direita, tem como diferencial a aplicação do turbocompressor, que eleva a potência em muitos cavalos, porém o sistema de injeção direta continua a ser o mesmo, mudando apenas o gerenciamento e calibragem dos componentes.

O injetor está localizado no cabeçote, pulverizando o combustível direto na câmara de combustão. No sistema indireto, que equipa a grande maioria de veículos em produção no Brasil atualmente, a injeção é feita no coletor de admissão (onde se mistura ao ar) e por isso tem contato com diversas partes do motor antes de chegar ao interior do cilindro.

Sendo assim, não há mais o problema de ocorrer condensação nas paredes do coletor de admissão, cabeçote e válvulas, então há uma maior precisão na quantidade injetada.

O fornecimento de combustível é todo controlado sob demanda, ou seja, de acordo com o regime de funcionamento do motor haverá uma determinada vazão e pressão. São utilizadas duas bombas de combustível, uma elétrica dentro do tanque e outra mecânica de alta pressão fixada ao cabeçote e acionada por um came do comando de válvulas.

A primeira é gerenciada por um módulo via sinal PWM (Pulse-with modulation), desta forma é possível controlar a velocidade da bomba, e consequentemente a pressão (entre 3 e 6 bar) e vazão da linha, modulando a largura de pulso. Utilizada na Mercedes não permite instalação de kit GNV ainda.

Sistema Injeção DiretaA bomba mecânica recebe o combustível, que antes passa por uma válvula reguladora, que o libera de acordo com o regime de funcionamento do motor controlando assim a pressão que será gerada para os injetores. Esta pressão varia entre 40 bar (em marcha lenta) e 200 bar (em carga plena). As linhas de alta e baixa pressão são monitoradas pela unidade de controle do motor.

Atenção
Para realizar qualquer manutenção é preciso conhecer os procedimentos corretos, de acordo com a literatura técnica de cada fabricante como estes valores acima da Volkswagen ou AUDI.

Para os injetores existe um kit de ferramentas para retirá-los de seu alojamento sem danos, substituir o anel de teflon e efetuar a limpeza do local antes da instalação.
Injeção homogênea X estratificada

A injeção homogênea é aquela onde o combustível se mistura ao ar de forma igual por toda a câmara de combustão entrando em combustão quando acontece a centelha. Na injeção estratificada são formadas zonas com diferentes proporções de relação ar/ combustível. 


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